Fazendeiro, explorador e negociante de diamantes, político, coronel da Guarda Nacional, maçom, benfeitor e homem de negócios cuja trajetória atravessou o norte de Minas, a Chapada Diamantina e Rio Claro.
Conheça sua históriaLinha do tempo
Em 1847, seu nome aparece em arrendamento de lavra em Andaraí, na Chapada Diamantina.
Foi delegado, vereador, coronel da Guarda Nacional e deputado provincial eleito em Minas Gerais.
Fontes familiares o registram como maçom grau 33 e fundador ou apoiador de lojas em Minas Gerais e São Paulo.
Casado com Emília de Sá Martins Pereira, deixou três filhos do casamento e numerosos outros descendentes mencionados em fontes e no testamento.

A pesquisa acadêmica registra apoio do Barão à reforma da Matriz de Santo Antônio, à Santa Casa e à Loja Maçônica Aurora do Progresso.
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Três irmãos de Gualter participaram do 32º Batalhão de Voluntários. A pesquisa relaciona o investimento de Gualter na preparação das tropas à concessão do baronato em 1873.
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Em 1881, adquiriu a Fazenda Angélica. A imagem aqui é um desenho interpretativo criado a partir da fotografia fornecida, não a fotografia original.
Saiba mais →O imperador aparece no site no contexto correto: a concessão do título de Barão de Grão Mogol a Gualter Martins Pereira.
A pesquisa acadêmica registra que, após a participação da família no esforço ligado à Guerra do Paraguai e o investimento de Gualter na preparação das tropas, ele recebeu em 1873 o título de Barão de Grão Mogol.
O título aproximava simbolicamente sua identidade pública da região de origem e passou a acompanhá-lo até a posteridade.
Baronato na Biografia
Imperador do Brasil que concedeu a Gualter Martins Pereira o título de Barão de Grão Mogol em 1873.
Filha do casamento com Emília. No testamento, Gualter a menciona como judicialmente interditada e internada no Hospício Nacional de Alienados, indicando o irmão Sérgio para sua curatela.
Filha do casal. O material genealógico a registra como nascida em 1851.
Filho do casal, nascido segundo o material genealógico em 1852. No testamento, é apresentado pelo pai como pessoa de confiança para assumir responsabilidades familiares e patrimoniais.
A maçonaria aparece nas fontes como parte importante da sociabilidade pública de Gualter Martins Pereira.
O material genealógico o registra como maçom grau 33 e fundador de loja maçônica em Grão Mogol. O artigo acadêmico confirma sua ligação com a Loja Maçônica Aurora do Progresso, em Grão Mogol, e relaciona a instituição às obras que receberam seu apoio.
Em Rio Claro, sua inserção em círculos políticos, associativos e filantrópicos também deve ser lida nesse ambiente de sociabilidade do final do Império.
Maçonaria e sociabilidadeAurora do Progresso — Grão Mogol
Relacionada à atuação maçônica do Barão e citada pela pesquisa acadêmica.
Rio Claro
Fontes familiares atribuem a Gualter participação na fundação ou apoio a lojas maçônicas paulistas. Essas atribuições são apresentadas com cautela enquanto o projeto busca documentação institucional específica.
Em 1881, a escritura citada pela pesquisa acadêmica registra a compra da fazenda por 305 contos de réis. Entre 1881 e 1883, o Barão teria construído nova sede e passou a chamar a propriedade de Fazenda Grão Mogol.
Em Rio Claro, contribuiu para o Gabinete de Leitura, a Philarmônica, o Jardim Público e a Santa Casa, além de exercer mandatos de vereador e presidir diversas vezes o Legislativo municipal.
O próprio artigo registra ainda sua aproximação com políticos republicanos da região e sua filiação ao Partido Republicano Rioclarense nos anos finais.

Produzido especialmente para o site a partir da fotografia enviada, para que a foto original não seja publicada.
O documento de 17 de julho de 1890 e o codicilo de 10 de novembro permitem observar não apenas bens, mas vínculos familiares, responsabilidades, serviços prestados, instituições e preocupações pessoais.
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